Mexer na cena. Arraste para girar; a roda do mouse (ou a pinça com dois dedos) aproxima; botão direito ou dois dedos arrastam a vista. Os botões à direita da cena levam a lugares prontos: a sala, a peça, o observador da frontal, a caixa de vidro, a prancheta, o CAD, a oficina e a folha A3.
As abas. Peça: a biblioteca de sete peças e a escolha da vista frontal. Diedros: a caixa de vidro e a posição das vistas. Vistas: a folha A3, os tipos de linha e as vistas necessárias. Leitura: o que cada linha representa. Desafios: leitura ao contrário. Prancheta: esboçar uma vista no quadriculado. À direita, a folha ao vivo e a lista de desafios.
Projeção ortogonal (aula 6). Raios projetantes paralelos entre si e perpendiculares ao plano. Face paralela ao plano: verdadeira grandeza. Face perpendicular: uma linha. Face inclinada: encurtada. Aresta perpendicular ao plano: um ponto.
Os diedros (aula 6, ABNT NBR 10067). No 1º diedro (observador, objeto, plano), cada vista vai para o lado oposto àquele de onde se olha: a superior abaixo da frontal, a inferior acima, a lateral esquerda à direita, a lateral direita à esquerda e a posterior à direita da lateral esquerda. No 3º diedro (observador, plano, objeto), cada vista fica do mesmo lado de onde se olha. O símbolo na legenda é o tronco de cone e a sua vista de topo.
As vistas são calculadas, não desenhadas. Cada peça é um sólido (operações booleanas de caixas, cilindros, cones e prismas). Para cada vista, o simulador projeta as arestas vivas (onde as faces se encontram em ângulo) e os contornos aparentes das superfícies curvas (onde a superfície deixa de estar virada para o observador). De cada ponto, lança um raio em direção ao observador: se o raio bate na peça antes, aquele trecho é oculto. Depois aplica a precedência da NBR 8403: contorno visível vence a aresta oculta, que vence a linha de centro. A prova roda no computador sem tela: os comprimentos de linha de cada vista batem com a conta feita à mão.
Tipos de linha (aula 3, NBR 8403). Contínua larga (0,5 mm) para arestas e contornos visíveis; tracejada estreita (0,25 mm, traços de 3 mm e intervalos de 0,75 mm) para os não visíveis; traço e ponto estreita para eixos, centros e simetria, ultrapassando o contorno em 3 mm.
Escolha da vista frontal (aula 7), em ordem: a vista mais característica; o menor número de arestas ocultas; a posição de utilização; a posição de fabricação (peça torneada com o eixo na horizontal); a maior dimensão na horizontal. Das laterais, a de menos ocultas; se empatarem, a lateral esquerda.
Leitura (aula 8). Uma linha pode ser uma aresta, uma face vista de topo ou o contorno aparente de uma superfície curva; só a outra vista diz qual. A frontal e a superior têm a mesma largura, na mesma vertical; a frontal e a lateral, a mesma altura, na mesma horizontal; a superior e a lateral, a mesma profundidade, transportada pela linha a 45°. Uma face plana aparece, em cada vista, como uma linha ou como uma área com o mesmo número de lados. Conferência de Euler, para peças sem superfícies curvas e sem furo passante: V − A + F = 2.
A folha (ABNT NBR 10068). A3 deitada, margem de 25 mm à esquerda e de 7 mm nas outras (10 mm só na A0 e na A1), legenda no canto inferior direito com título, número, material, escala normalizada, unidade e o símbolo do método de projeção.