Na ferramentaria, um centro de usinagem vertical vai fazer a primeira fixação de uma placa de alumínio 6061: o bruto, de 104 × 74 × 21, está na morsa. O programa faceia o topo com a fresa de 50, contorna a placa com a fresa de topo de 10, abre um rebaixo de 50 × 30 com 6 de profundidade, e um rasgo de chaveta de 12 com tolerância de +0,03 / 0.
Escolha um programa pronto ou edite o código. A máquina lê o programa como um comando Fanuc: G00, G01, G02 e G03 (por R ou por I e J), G41/G42 com D, G40, G43 H, G28 G91 Z0., G90/G91, F, S, M03, M05, M06, M08, M09, M30. Como no Fanuc, coordenada sem ponto decimal é lida em milésimos: X100 vale 0,1 mm.
A fresa corta a peça de verdade: cada passo dela remove o material sob o seu diâmetro, e o simulador mede o que saiu. Do volume removido por minuto vêm a largura e a profundidade de corte, o avanço por dente, a força pela fórmula de Kienzle (alumínio: kc1.1 = 700 N/mm², mc = 0,25), a potência, a flexão da fresa como viga em balanço e a tensão na haste. Passou do limite do metal duro, a fresa quebra.
Como na máquina real: rápido dentro do material é colisão; arco menor que a fresa, do lado de dentro, dá alarme de interferência; compensação do lado errado faz a fresa andar por dentro da peça; descer reto com uma fresa que não corta no centro quebra a ferramenta; e a porta aberta suspende o avanço.
A fresa de 10 real tem 9,976 mm, e flete alguns centésimos: a medida que sai não é a do desenho. Meça, e corrija o corretor D na tabela, como se faz no chão de fábrica.